Top 5 de pratos armênios para experimentar

Arménia
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arquitetura
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entretenimento
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natureza
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popularidade turística
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Khorovats armênio — um sabor que une
Khorovats armênio — um sabor que une
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A principal diferença do khorovats armênio é cozinhar sobre um fogo aberto ao ar livre e grandes pedaços de carne que são grelhados lentamente sobre lenha, permanecendo moles dentro e dourados por fora.

A carne concluída é tradicionalmente servida sobre lavash, que absorve o suco e o aroma fumado, tornando-se uma parte integral do prato. Khorovats de legumes — são berinjelas, pimentões e tomates assados sobre lenha, servidos com ervas e pão fresco.

O khorovats na Armênia não é apenas comida, mas um evento completo. É preparado em festas, reuniões familiares e picnics, onde o processo em si se torna uma razão para se reunir e aproveitar o aroma e o sabor da hospitalidade armênia real.

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Dolma armênio — sabor de tradição e hospitalidade
O dolma é um dos pratos mais reconhecidos e apreciados da culinária armênia. É feito com folhas de uva, envolvendo um recheio de arroz, carne picada e especiarias. O prato resulta aromático, suculento e muito saciante. Tradicionalmente, o dolma é servido com matsun — um produto lácteo fermentado armênio misturado com alho picado. Este molho dá ao prato um toque ácido leve e torna-o ainda mais macio.
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Todos os anos na Arménia, até mesmo um festival de dolma é realizado, onde os melhores chefs competem na habilidade de preparar este prato icônico.

Um lugar especial é ocupado por pasuts (ou pasus) dolma — a versão magra, que é feita com folhas de repolho fermentado. O recheio é feito de legumes e cereais: feijão, feijão-mung, feijão, trigo-sarraceno e lentilhas, adicionando cebola frita, um pouco de óleo vegetal e pasta de tomate. O repolho é salgado especialmente em cabeças inteiras até o outono, para que nas férias de inverno possa ser preparado um pasuts dolma aromático, quente e confortante.

É válido experimentar o dolma real na Arménia — seja um restaurante acolhedor em Erevã ou um café familiar em uma vila. Aqui, o dolma é cozinhado com amor e continua sendo um símbolo de conforto e hospitalidade domésticas, sem as quais é impossível imaginar a culinária armênia.

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Hash — mais do que comida
Hash é um dos pratos mais antigos e reverenciados da culinária armênia. É uma sopa de carne quente feita com pernas de boi e servida de manhã cedo — tradicionalmente antes do nascer do sol. Mas hash não é apenas comida. É um ritual completo, um símbolo de hospitalidade, amizade e calor.
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O hash clássico é cozido por muito tempo — às vezes 6 a 8 horas, até que o caldo fique espesso e rico. É servido sem sal, pois cada pessoa adiciona sal e alho a gosto. Sempre se coloca na mesa alho picado finamente, ervas, rabanete e lavash seco, que é costume esmigalhar diretamente na tigela com o hash.

Antigamente, o hash era considerado “comida de pobres”: após o abate do animal, a carne ia para os ricos, enquanto as pernas e vísceras ficavam para o povo comum, que inventou este método de cozimento. Mas com o tempo, o prato se tornou parte da cultura gastronómica arménia e hoje ocupa um lugar de honra até nos menus dos melhores restaurantes.

O verdadeiro hash é um prato de inverno, especialmente popular em Gyumri, a segunda capital da Arménia, onde a tradição culinária foi preservada por séculos. Aqui é comido na companhia de amigos, cedo pela manhã, com um copo de vodka ou chacha — exatamente como exige o costume arménio.

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Harisa — sabor de resistência e tradições
Harisa é um dos pratos mais profundos da culinária armênia. Em aparência, ela se parece com uma sopa espessa em purê feita de trigo cozido e carne de ave. Mais frequentemente é feita com frango, mas às vezes é usado pavo, boi ou até cordeiro. O ingrediente principal é o dzavar, um grão especial armenio feito de trigo quebrado, que dá ao prato uma textura densa e macia.
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Harisa não gosta de pressa — é cozida lentamente, em fogo baixo, até que o trigo e a carne se desfaçam completamente, formando uma massa homogênea e pegajosa. O prato final fica macio, nutritivo e surpreendentemente reconfortante. Na Arménia, a harisa é tradicionalmente preparada na estação fria, reunindo toda a família ou amigos à volta de uma grande mesa. Isto não é apenas comida — é um motivo para se reunir, conversar e aproveitar as pequenas alegrias da vida.

A história da harisa é profunda. Já no século XVI, o poeta arménio Minas Tohhatsi escreveu que este era o prato favorito de David de Sasun, o lendário herói do épico arménio, enquanto a receita em si foi atribuída a Gregório, o Iluminador.

Harisa também se tornou um símbolo de resistência: durante a defesa das aldeias arménias perto do Monte Musa Dagh em 1915, foi exatamente assim que os habitantes cozinharam — com o que tinham à mão. Naquela época, não apenas saciava a fome, mas dava força, unindo as pessoas em tempos difíceis.

Hoje, a harisa pode ser provada em muitos restaurantes arménios, mas é especialmente deliciosa onde é cozida de forma caseira — lentamente, com alma, e deve ser servida quente, para aquecer não apenas o corpo, mas também o coração.

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Gata arménia — o doce coração da Arménia
A gata é um dos doces mais famosos e apreciados na Arménia. Esta pastelaria perfumada é feita com ingredientes simples: farinha, manteiga, açúcar e matsun — um produto lácteo fermentado tradicional arménio. É isso que dá à massa a sua suavidade especial e sabor delicado.
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Embora a receita básica permaneça inalterada, a gata em cada região da Arménia tem as suas próprias características. Em alguns lugares adicionam nozes e canela, noutros — frutas secas como passas, ameixas ou alperces. Cada gata tem o seu próprio sabor e aroma, mas todas estão unidas por uma coisa — o calor e o conforto de casa que se sente em cada pedaço.

Fato interessante: a gata arménia entrou mais de uma vez no Livro Guinness dos Recordes. Em 2019, assaram uma gata na Arménia com 368,6 kg, 60 metros de comprimento, e depois bateram esse recorde — a nova gata pesava 410 kg e tinha 65 metros de comprimento!

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